Mensagem do Santo Padre a Fraternidade Católica de Comunidades e Associações Carismáticas de Aliança no 25º Aniversário da Aprovação Pontifícia

Mensagem do Santo Padre a Fraternidade Católica de Comunidades e Associações Carismáticas de Aliança no 25º Aniversário da Aprovação Pontifícia

Queridos irmãos e irmãs,

Feliz Aniversário!

O Senhor os abençoe, especialmente neste Jubileu de Prata da aprovação pontifícia da Fraternidade Católica. Recordo-lhes que o desejo dos fundadores Briam Smith e Bob Cavner foi o de vincularem-se mais direta e filialmente com o sucessor de Pedro mediante o acompanhamento do Pontifício Conselho para os Leigos. Estes vinte e cinco anos deram frutos de crescimento em número de comunidades, assim como em diversidade de carismas e em relações de comunhão fraterna. Por isso, demos graças a Deus.

No ano passado, no encontro com a Renovação Carismática em 01 de julho, no Estádio Olímpico, vocês já estavam preparando um passo adiante, que poucos meses depois se converteu em realidade: A Fraternidade Católica de Comunidades e ICCRS – os dois organismos a serviço da Renovação no Mundo – compartilhando o mesmo escritório, dando assim testemunho de uma única corrente de graça manifesta na grande diversidade que o Espírito Santo cria.

Esta decisão de aprpost 49ofundar a comunhão entre vocês é já uma realidade que já me alegrou muito! As mudanças sempre são difíceis, e custa sair de nossas seguranças e espaços próprios para seguir ao que o Senhor nos inspira. Também se necessita a coragem que vem do Espírito, eu lhes agradeço por isso. Ao mesmo tempo, puderam comprovar que nem vocês Fraternidade Católica, nem o ICCRS perderam suas características próprias, mas que, pelo contrariam, enriqueceram-se na comunhão, porque a comunhão é obra do Espírito Santo.

Como vocês sabem, seguindo ao parecer do conselho de Cardeais, formado para me ajudar no governo da Igreja e na reforma da Cúria, instituí a Congregação de Leigos e Família, a que se ligará a Pontifícia Academia para a Vida. Neste espírito de conservar o essencial e reformar o acidental para um melhor serviço aos homens e mulheres de nossos tempos no qual a Igreja está empenhada, creio que este é o momento de discernir juntos – Catholic Fraternity e ICCRS – à luz da experiência de comunhão que já começaram a viver, a necessidade de continuar aprofundando esta comunhão conformando um único serviço à Renovação Carismática Mundial que represente a mesma corrente de graça, sem perder as características próprias de cada um. Isto significa que ambos – Catholic Fraternity e ICCRS – possam oferecer a experiência vivida à múltipla variedade expressões que o Espírito Santo quis suscitar em nível mundial.

Peço-lhes que – Catholic Fraternity e ICCRS – avancem neste caminho de comunhão.

“Alarga o espaço da tua tenda, desdobra sem constrangimento as telas que te abrigam, alonga tuas cordas, consolida tuas estacas, pois deverás estender-te à direita e à esquerda; teus descendentes vão invadir as nações, povoar as cidades desertas. Nada temas, não serás desapontada. Não te sintas perturbada, não terás do que te envergonhar, porque vais esquecer-te da vileza de tua mocidade. Já não te lembrarás do opróbrio de tua viuvez. IS 54, 2- 4

Alargar e estender a tenda desta comunhão seria a melhor maneira de celebrar o jubileu. Na comunhão, todos se fortalecem e ninguém perde a identidade; isto seria uniformidade, à qual certamente não vem do Espírito; antes, a comunhão na diversidade que Ele suscita.

Espero, ainda, resposta à carta pessoal que entreguei aos presidentes de Catholics Fraternity e ICCRS durante minha visita ao III Retiro Mundial de Sacerdotes, no dia 12 junho passado, onde falei-lhes neste sentido.

No Pentecostes de 2017 cumprem-se cinquenta anos da irrupção desta corrente de graça na Igreja Católica. Eu lhes convidei a celebrar este jubileu de ouro junto ao Bispo de Roma, na praça de São Pedro. Que não seja a celebração de um Movimento, que vocês de fato não o são, mas que seja a renovação de Pentecostes para a Igreja e para o Mundo junto a todos os cristãos que viveram a experiência de nascer de novo da que fala Jesus a Nicodemos. A Igreja e o mundo necessitam, hoje mais do que nunca, do Espírito Santo. Necessitam mais do que nunca do anúncio do querigma, proclamado por Pedro na manhã de Pentecostes, e para isto os cristãos devem estar unidos como pede o Senhor, para testemunhar juntos o amor misericordioso do Pai, que não faz acepção de pessoas, manifesto em Jesus Cristo, Senhor e Salvador.

Alegra-me que duas pessoas que colaboraram comigo por anos em minha diocese anterior, trabalhando para uma melhor compreensão e unidade da corrente de graça, assim como na tarefa ecumênica para a unidade do corpo de Cristo estejam hoje dentro da Fraternidade Católica. Seus conhecimentos e experiência lhes pode ser de grande ajuda para colocar em marcha estes dois grandes desafios que vocês têm por diante.

Termino reafirmando a missão que lhes tinha dado no ano passado: Compartilhem com cada um na Igreja o Batismo no Espírito Santo. Não se esqueçam suas origens: A Renovação Carismática nasceu ecumênica; o ecumenismo do encontro na oração fraterna, no serviço ao próximo e na oração de intercessão por nossos mártires comuns.  Trabalhem para aliviar as necessidades dos mais fracos e vítimas de todo o sofrimento humano. Aproximem-se e toquem, através deles, nas chagas do próprio Jesus. Compartilhem também com eles o Batismo no Espírito Santo. Os três primeiros documentos de Malinas tocam com profundidade nestes temas, dos quais lhes falei em outras oportunidades como um guia seguro para seu agir.

Neste ano da misericórdia que está por começar vocês sejam misericordiosos entre vocês e com o próximo. Saibam distinguir entre o pecado e o pecador. Ao pecador, misericórdia como a de Jesus. Ao pecado, rechaço e pedido de perdão. Para assim fazê-lo, fortaleçam-se diariamente com a oração de louvor, dom do Espírito Santo, que vocês redescobriram para a Igreja e que leva a uma cada vez mais intimidade com o Deus Trinitário.

Dou-lhes a minha benção com todo o afeto. Jesus os abençoe e as Virgem Santa os cuide. Peço-lhes, por favor, que não deixem de rezar por mim.

Vaticano, 30 de outubro de 2015

Papa Francisco

 

Vivendo a misericórdia em comunidade

“Portanto,como eleitos de Deus,santos e amados,vesti-vos com sentimentos de compaixão,com bondade,humildade,mansidão,paciência; suportai-vos uns aos outros e, se um tiver motivo de queixar contra o outro,perdoai-vos mutuamente.Como o Senhor vos perdoou,fazei assim também vós.” (Col 3,12-13).

Queridos irmãos e irmãs.das Novas Comunidades,conforme eu prometi escrever aqui no Blog das Novas Comunidades,um artigo sobre o tema “Vivendo a misericórdia em comunidade”,tema central do Encontro Diocesano das Novas Comunidades da Diocese de Campos,RJ.A Palavra de Deus escrita na Carta de São Paulo aos Colossenses,descreve esse importante caminho,como devemos viver a misericórdia em nossas comunidades.A pregação desse tema,feita pelo sacerdote da Comunidade Canção Nova,Padre Reinaldo,nos motivou como podemos experimentar essa graça da misericórdia de Deus,estamos no Ano Santo da Misericórdia,no qual,o Papa Francisco,convoca a todos nós a celebrarmos esse momento importante para nós.Aqui está o nosso desafio.

É muito mais que um sentimento.Deus por entranhas por nós em misericórdia Sentimento,não salva,mas as entranhas sim. Misericórdia  acolhe-nos dentro da vida de Deus.Misericórdia é rebaixar.Como dizia o Papa Francisco “Misericórdia e missão estão juntas”.Precisamos nos questionar a misericórdia em comunidade para os outros irmãos que vem aos nossos encontros.A gente acolhe a pessoa como ela é.Como a misericórdia é dentro da comunidade? Vivo a misericórdia como vivo  os meus irmãos? “Para o outro máximo de misericórdia para o outro exigência” (Autor desconhecido).Nós acolhemos as fraquezas dos nossos irmãos de nossas comunidades? Precisamos ter dentro das comunidades a questão da misericórdia.É necessário ter entranhas para com o próximo.Temos que ter as entranhas.A misericórdia faz parte da conexão,é uma salvação para a vida do irmão.Misericórdia,não é passar a mão na cabeça.Deus sabe que estamos caindo,quando ele cai ele também tem as minhas entranhas de misericórdia.A vida em comunidade é ajudar à pessoa ser santa.Elas precisam ouvir se vão ficar na comunidade.

Cabe a nós lembrando que a misericórdia de Deus não exclui ninguém.Precisamos parar de viver da cultura.Desse jeito,ninguém entra,não tem vocação,o teu carisma é para salvar e não para destruir ás pessoas.Como estou vivendo a misericórdia na minha comunidade?

Os irmãos que são do mesmo carisma,nós precisamos viver e como podemos viver a misericórdia com o irmão.A missão,em primeiro lugar,acontece. A evangelização acontece porque seu irmão exite.A comunidade existe porque seus irmãos existem.A misericórdia é a mãe da bondade,humildade,paciente,e bondoso.Precisa corrigir e ter paciência com aquele que quer mudar,aquele que quer ser acolhido.Estar como suportes como o irmão está caindo.Temos que ter essa atitude de misericórdia para com os irmãos  que precisam de resgate,dizia Santo Agostinho: “Somos como vasos de argila”.Se a gente não vive a misericórdia, a comunidade quebra como um vaso.Nós precisamos com o coração abraçar e corrigir os erros do irmão.O perdão é para a comunidade é como um óleo e porta vai ficar macia.A não misericórdia,abre as rachaduras.A misericórdia atrai aos outros a pura vivência do carisma.A parcela na comunidade precisa começar por mim.

Por isso,queridos irmãos e irmãs,concluindo esse artigo,nós todos precisamos ser anunciadores da misericórdia do Pai,precisamos então,acolher o irmão,colocarmos em prática,a compaixão e a misericórdia para com o outro (cf.Lc 7,11-17),precisamos ter a misericórdia também para com o outro,portanto precisamos também entrar como misericordiosos como o Pai (cf.Misericordiae Vultus 14;Lc 6,36).Que esse artigo possa ajudar você a compreender o sentido de viver a misericórdia em comunidade.Deus seja louvado!

Joseph Charles D´Almada Batista,Comunidade de Aliança

Fraternidade Pequena Via,Campos dos Goytacazes,RJ

Mensagem em ocasião pelo Dia da Vida Consagrada

MENSAGEM EM OCASIÃO AO DIA DA VIDA CONSAGRADA E TAMBÉM DO ENCERRAMENTO DO ANO DA VIDA CONSAGRADA 2016

Novas Comunidades: um desafio para a Nova Evangelização

Queridos irmãos e irmãs,estamos em pleno Ano da Misericórdia convocado pelo Papa Francisco,trabalharmos em termos para a evangelização,estamos terminando o Ano da Vida Consagrada e agradecemos a Deus pela missão que nos deu para sermos enviados para anunciar o Evangelho a todas as pessoas (cf.Mc 16,15).A Igreja ela nasce da  ação evangelizadora é preciso trabalhar com urgência na ação evangelizadora da Igreja (cf.DGAE 2015-2019 nn.30-33).Entretanto,a evangelização é um desafio que temos é assumir o compromisso de nos tornarmos novos evangelizadores para a nova evangelização.

O Papa Francisco na Evangelii Gaudium,nos proporciona um desafio que precisamos ser Igreja “em saída”,e ele nos chama a nossa atenção nesse aspecto: “Frisamos que a evangelização está essencialmente relacionada com a proclamação do Evangelho aqueles que não conhecem Jesus Cristo ou que sempre o recusaram.Muitos deles biscam secretamente a Deus,movidos pela nostalgia do seu rosto,mesmo em países de antiga tradição cristã.Todos têm o direito de rceber o Evangelho.” (EG 14).

 Entramos agora no Ano da Misericórdia,tivemos a graça de celebrarmos esse Ano Jubilar,devido o nosso conceito de estarmos em comunhão com a Divina Misericórdia,o Papa Francisco na Misericordiae Vultus,o Santo Padre afirma: “A Igreja tem a missão de anunciar a misericórdia de Deus,coração pulsante do Evangelho,que por meio del deve chegar ao coração e à mente de cada pessoa.A Esposa de Cristo assume o comportamento do Filho de Deus,que vai ao encontro de todos sem excluir ninguém.No nosso tempo,em que a Igreja está comprometida na nova evangelização,o tema da misericórdia exige ser reproposto com novo entusiasmo e uma ação pastoral renovada.”(MV 12).

A Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica,na sua Carta Circular “Perscrutai”:diz o seguinte em relação a nós que somos consagrados a Deus afirmando que “Os consagrados viveram e interpretaram estes novos horizontes.Anunciaram e testemunharam in primis o Evangelho com a vida,oferecendo ajuda e solidariedade de todo o tipo,colaborando nas tarefas mais diversas no sinal da proximidade cristã,envolvidos no processo histórico.Longe de lamentar-se a memória de épocas passadas,buscaram vivificar o tecido social e as suas instâncias com a vivente e traditio  eclesial,testada nos séculos na divisão da história,segundo o habitus da fé e da esperança cristã”.(Perscrutai n.5).

1.Novas Comunidades em desafio a uma nova evangelização.

A cada um de nós,precisamos entrar nesse desafio de fazer com que a nova evangelização,torna-se para nós o exemplo de vida missionária,sentir o ardor de evangelizar as pessoas ir diretamente ao encontro das pessoas que necessitam de nós para anunciar a Boa Nova do Evangelho de Nosso Senhor.”A missão da Igreja Católica é colocar à disposição do gênero humano as forças salvadoras que ela recebe de Cristo.Propõe salvar a pessoa humana integralmente e restaurar a sociedade humana no que se refere à sua finalidade mais autêntica: o desenvolvimento integral a partir do bem comum” (Texto-Base da Campanha da Fraternidade 2015,”Fraternidade Igreja e Sociedade”,n.148).

Ao definir como podemos desenvolver todo esse projeto de Deus transmite para nós o exemplo e os ensinamentos de nosso Senhor Jesus Cristo,quando somos chamados para irmos ao encontro dele,por isso,o Evangelho afirma com toda certeza onde no qual Jesus pede aos seus discípulos para se converterem e crer no Evangelho (cf.Lc 1,14-15).Esse é o melhor caminho que devemos seguir,encontrar um caminho de fé um caminho que nosso Senhor nos conduz a seguirmos os seus passos levando em nosso coração,todo o sentimento que temos por ele (cf.Fil 2,5).Esse é o sentido de uma vida primordial em nossas vidas,elevando sempre em nossa fé que a praticamos de acordo com que “A comunhão é praticada,antes de mais nada,dentro das respectivas comunidades do Instituto.A este respeito,convido-vos a reler frequentes intervenções minhas,nas quais não me canso de repetir que críticas,bisbilhotices,invejas,ciúmes,antagonismos são comportamentos que não têm direito de habitar nas nossas casas.”(cf.Papa Francisco,Carta Apostólica As Pessoas Consagradas 3).

2.Desafios das Comunidades no Documento de Aparecida.

O Documento de Aparecida trata para nós esse constante desafio que temos pela frente: “Aqui está o desafio fundamental que enfrentamos: mostrar a capacidade da Igreja para promover e formar discípulos e missionários que respondam à vocação recebida e comuniquem por parte,transbordando de gratidão e alegria,o dom do encontro com Jesus Cristo” (DAp 14).De acordo com o pede o Documento de Aparecida,precisamos ser desafiados para ir e evangelizar as pessoas,ir diretamente conforme disse anteriormente evangelizar as pessoas sair para ir ao encontro das pessoas que necessitam de nossa ajuda,precisamos queridos irmãos e irmãs,sair para o encontro pessoal com Jesus,ouvir  sua palavra,ouvir os seus ensinamentos por isso “A Igreja “em saída” é a comunidade dos discípulos missionários que “primeireiam”.”(EG 24).

E para concluir essa mensagem,digo a todos os membros das Novas Comunidades,sejam também Igreja “em saída”,sejam comunidades autênticas,sejam escolas de oração,sejam escolas de santidade,sejam também escolas do diálogo,é para isso que precisamos ouvir os ensinamentos de Jesus no qual ele ordena: “Vamos a outros lugares,nas aldeias da redondeza,a fim que lá também,eu proclame a Boa Nova.Pois para isso que eu saí”.(Mc 1,38).Amados irmãos e irmãs,ao celebrarmos o Dia da Vida Consagrada,no dia 02 de fevereiro de 2016,e também estamos encerrando o Ano da Vida Consagrada,precisamos nos consagrar a Deus,elevando sempre em nossos corações,levar a Palavra de Deus para um desafio maior,de sermos comunidades novas,reestabelecendo o nosso caminho de evangelizar as pessoas,conforme todos nós acrescentamos em nossa vida,para que cada um de nós tenhamos renovado em nós todas as coisas.”Eis que faço nova todas as coisas” (Ap 21,5).Deus seja louvado!

JOSEPH CHARLES D´ALMADA BATISTA

Diretor de Comunicação

Fraternidade Pequena Via,Comunidade de Aliança

02 de Fevereiro de 2016

Festa da Apresentação do Senhor.Encerramento do Ano da Vida Consagrada.

ACAMPAMENTO NOVAS COMUNIDADES

ACAMPAMENTO NOVAS COMUNIDADES

Tende em vós o mesmo sentimento de Cristo Jesus (Fl 2, 5)

13 A 15 NOV2015
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A força das Novas Comunidades na evangelização

Canção Nova promove encontro com as Novas Comunidades
Nos dias 13, 14 e 15 de novembro, a Comunidade Canção Nova realiza o “Encontro para as Novas Comunidades, em sua sede, localizada na cidade de Cachoeira Paulista (SP).

O tema deste evento é “Tende em vós o mesmo sentimento de Cristo Jesus” (Fl 2,5). O objetivo é dar a essas comunidades a oportunidade de se unirem, para juntas se fortalecerem e continuarem na missão de evangelizar.

Na programação do encontro constam pregações, momentos de oração e celebração da Santa Missa. A cofundadora da Comunidade Canção Nova, Luiza Santiago, fará uma pregação com o tema “O carisma Canção Nova nos meios de comunicação”.

Como são formadas as novas comunidades

Luzia explica que as novas comunidades surgiram como uma forma de esperança, ou seja, uma resposta ao sopro do Espírito Santo para os tempos atuais.

“Novas comunidades são um novo tipo de vida comunitária, cuja fonte é o Movimento da Renovação Carismática. Essas comunidades constituem novas formas de vida na Igreja e são realidades crescentes em todo o mundo”, disse a cofundadora.

A consagrada recordou as palavras do Papa Francisco neste ano dedicado à vida consagrada. O Pontífice explicou, em sua mensagem, que cada forma de vida consagrada nasceu do chamado do Espírito Santo para seguir os ensinamentos deixados por Jesus no Evangelho.

Exortação Apostólica Vida Consagrada

Na ‘Exortação Apostólica Vida Consagrada’, São João Paulo II afirma que as Novas Comunidades nasceram com a missão de seguir os passos dos discípulos de Jesus na propagação do Evangelho.

“Conforme descritas por João Paulo II, a originalidade dessas Novas Comunidades consiste no fato de se tratar de grupos compostos de homens e mulheres, clérigos e leigos, casados e solteiros, que seguem um estilo particular de vida adaptado às exigências da sociedade atual, cujo fim apostólico atende as solicitações da Nova Evangelização. Tais experiências foram favorecidas pelo Concílio Vaticano II (1962-1965), que pedia uma Igreja inserida no mundo, capaz de responder aos desafios de seu tempo. Em 1998, João Paulo II convocou representantes das Novas Comunidades e Movimentos para uma vigília de Pentecostes, na Praça São Pedro. Na ocasião, afirmou que os Movimentos e as Novas Comunidades são a resposta suscitada pelo Espírito Santo para o nosso tempo. Mais do que nunca, a humanidade inteira aguarda esse anúncio”, explicou Luzia.

Canção Nova – A sede da Comunidade Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP), empenha-se em acolher com carinho todos os peregrinos com uma ampla infraestrutura em um ambiente agradável e cheio de paz e beleza, propício para o encontro com Deus Pai.

Para informações de hospedagem entre em contato, no horário comercial, com a Obra de Maria pelo telefone: (12) 3186-2055.

Mensagem em ocasião pelas Vocações da Vida Consagrada

MENSAGEM EM OCASIÃO DA CELEBRÇÃO DA VOCAÇÃO À VIDA CONSAGRADA

“Tende em vós o mesmo sentimento de Cristo Jesus” (Fil 2,5).

Queridos irmãos e irmãs,caríssimas Religiosas,Consagrados e consagradas leigos e leigas dos Movimentos Eclesiais e das Novas Comunidades.

Estamos celebrando no mês de agosto,o mês das Vocações,antecipando essa mensagem que escrevo para todos,quero de antemão,explica para todos o tema dessa mensagem.O tema que está inspirado na Carta de São Paulo aos Filipenses 2,5,São Paulo,demonstra que devemos ter o mesmo sentimento de Cristo Jesus,nosso Senhor,em primeiro lugar,estamos celebrando o Ano da Vida Consagrada,a partir desse contexto,o Santo Padre o Papa Francisco,na sua Carta Apostólica para o Ano da Vida Consagrada,nos dirige as suas palavras ressaltando o papel da vida religiosa,nas suas atuações na Igreja: “A comunhão e o encontro entre diferentes carismas e vocações é um caminho de esperança.Ninguém constrói o futuro isolando-se,nem contando apenas com as próprias forças,mas reconhecendo-se na verdade de uma comunhão que sempre se abre ao encontro,ao diálogo, à escuta,à ajuda mútua,e nos preserva da doença da autoreferencialidade.”[1]

1.Ser´Discípulo e Missionário

O Documento de Aparecida,transmite para nós,o contexto de sermos alegres de sermos discípulos e missionários de nosso Senhor Jesus Cristo para que o encontro com o Senhor Jesus,seja um encontro mais do que pessoal, é um encontro de todos, é um chamado que nosso Senhor,promove o coração daquele que transmite o seu valor de uma renovação na Igreja,a Igreja que queremos ser, é seguir os passos de Jesus,caminhando na fé e na sua resposta ao chamado de Deus para a sua vida consagrada,diz o Documento de Aparecida que “Neste encontro com Cristo,queremos expressar a alegria de sermos discípulos do Senhor e de termos sido enviados com o tesouro do Evangelho.Ser cristão não é uma carga,mas um dom: Deus Pai nos abençoou em Jesus Cristo seu Filho,Salvador do mundo.”[2].O principal caminho é que todos nós tenhamos a nossa missão de anunciar a Boa-Nova de Jesus para quem deseja ser enviado para a missão através do Mandato Missionário de Jesus: “Ide,portanto,e fazei que todas as nações se tornem discípulos,batizando-as em nome do Pai,do Filho e do Espírito Santo,e ensinando-as a observar tudo quanto vos ordenei.E eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos!’ [3].

2.Igreja “em saída”

Queridos irmãos e irmãs,na continuação dessa mensagem,citando aqui as Palavras do Papa Francisco,hoje podemos nos alegrar a contribuir com o nosso anseio,de sermos uma Igreja “em saída”,como podemos perceber,o que nos pede o Santo Padre é que saiamos para ir ao encontro dos pobres dos mais humildes,sejamos para eles “casa aberta ao Pai” [4],sejamos para eles os novos evangelizadores da nova evangelização,ser Igreja em saída significa que devemos sair das nossas próprias comodidades,sairmos da nossa zona de conforto,para ir ao encontro com as pessoas que necessitam da nossa ajuda,evangelizar os pobres,especialmente as famílias,hoje temos a graça de compreender que ser Igreja é um ato de fé e de esperança para quem deseja então,tornar mais ampla a sua missão.Diz as Diretrizes Gerais da CNBB (2015-2019),que afirma que “Ser verdadeiro discípulo missionário exige o vínculo efetivo  e afetivo com a comunidade dos que descobriram fascínio pelo mesmo Senhor.Ele sabe que exerce sua missão na Igreja “em saída”.” (CNBB,Doc.102,n.13).

3.A Igreja que queremos ser

O que podemos observar que ao sermos membros da Igreja,é dar continuidade da Missão que Jesus nos deixou para dar esse ardor de sermos enviados para a missão de evangelizar,o Beato Paulo VI,na Exortação Apostólica Evangelii Nuntiandi,diz que “A Igreja nasce da ação evangelizadora” [5],portanto,precisamos sentir o nosso chamado de servir a Igreja e também servir a Nosso Senhor Jesus Cristo de acordo com o que pede o Magistério da Igreja,levando em conta o nosso compromisso evangelizador,levando o nosso compromisso de discípulos e missionários conforme nos ensina a Evangelii Gaudium (cf.n.259).

4.A Alegria de evangelizar

Como é bom estarmos alegres em sermos chamados para evangelizar,com maior ardor em estarmos em comunidade servir a Deus,servir a Igreja,é uma responsabilidade de cada discípulo de Nosso Senhor Jesus Cristo levando em nossos corações o nosso chamado o serviço da Igreja é estarmos em estado de missão permanente em nossas comunidades fazendo o bem para quem precisa,por isso,o Papa Bento XVI,nosso querido Papa Emérito diz o seguinte: “A Igreja não começa com o nosso “fazer”,mas com o “fazer” e o “falar” de Deus.Assim,os Apóstolos não disseram depois de algumas assembléias:agora queremos criar uma Igreja,e com a forma de uma constituinte elaboraram uma constituição.” [6].

Portanto queridos irmãos e irmãs,ao celebrarmos os 50 anos do Concílio Vaticano II,Demos graças e louvores a Deus,por essa certeza de que a nossa fé triunfe mais em nosso cotidiano da nossa missão,levando em nosso objetivo o caminho mais profundo da nossa espiritualidade,levando em nossos corações,o sentido da vida e o sentido de uma nova forma de evangelizar,um objetivo geral de nossa missão é evangelizar é levar o anúncio da Boa-Nova do Evangelho para quem precisa ser evangelizado,motivando-nos o que precisamos ser,a Igreja que queremos ser.Peçamos ao Senhor,que no envie como seus discípulos e missionários,levando a caminho de uma nova evangelização,contando que a presença de servir ao Senhor,é estar também servindo a Igreja,por isso,peçamos a Ele que nos guie e sigamos em frente com a nossa missão.Deus os abençoe!

Joseph Charles D´Almada Batista

Comunidade Católica Fraternidade Pequena Via,Comunidade de Aliança,Missão de Campos dos Goytacazes,RJ e estudante do 1º ano de Teologia da Escola Eclesiástica de Estudos bíblicos e teológicos Mater Ecclesiae Diocese de Campos,RJ,08 de Agosto de 2015,festa de São Domingos.

[1] PAPA FRANCISCO,Carta Apostólica em ocasião ao Ano da Vida Consagrada,n.3.

[2] Cf.DAp,n.28

[3] Cf.Mt 28,19-20.

[4] FRANCISCO Exortação Ap.Evangelii Gaudium,n.47

[5] PAULO VI,Exortação Ap. Evangelii Nuntiandi,n,14.

[6] BENTO XVI,Meditação durante a Oração da Hora Tércia na Inauguração dos Trabalhos do Sínodo ds Bispos,08 de Outubro de 2012.

Novas Comunidades auxiliam nos atuais desafios da Igreja

As novas comunidades são uma realidade ainda recente. O Concílio Vaticano II marca esse novo Pentencostes, essa nova primavera na vida da Igreja. A partir de então florescem movimentos em respostas aos desafios da cultura moderna. Os fiéis encontram a possibilidade de vivenciar radicalmente o Evangelho, de se formar na fé cristã, crescer e se comprometer apostolicamente como verdadeiros discípulos missionários. Para enfrentar o secularismo avassalador dos dias de hoje, os jovens são convidados a viver em comunidade, assim como nos primórdios da Igreja, caminhando da mesma forma que os apóstolos junto ao Mestre. Missionário da comunidade Shalom de Aparecida (SP), Sérgio Augusto Galhardo, 33 anos, descobriu o carisma durante um retiro. Depois de um acompanhamento para o discernimento vocacional ele passou a integrar a comunidade. “Encontrei fora de mim aquilo que tinha dentro de mim”, conta o missionário ao relembrar como foi seu primeiro contato com essa realidade. A ação missionária da Shalom se dedica à evangelização, formação e ao acolhimento aos jovens. A comunidade surgiu de uma lanchonete, que servia como chamariz para atrair o público juvenil, em Fortaleza (CE). Dessa maneira, a Palavra de Deus era levada sutilmente aos jovens. Galhardo conta que é na vida comunitária que se vive verdadeiramente o Evangelho, de forma fraterna, sendo possível transbordar e levar os ensinamentos de Cristo. Dentre as atividades do missionário estão momentos dedicados à oração, missa diária, terço, formação, entre outros. “A vida em comunidade é fonte de graça. O irmão de comunidade é o lugar que eu encontro a Jesus Cristo”, afirma. O missionário pertence à comunidade aliança, comprometendo-se com a missão comunitária, ao mesmo tempo em que mantém outras atividades seculares e permanece ao lado dos familiares. Já no modo vida, o membro da uma nova comunidade dedica-se integralmente, vivendo de forma disciplinar com outros missionários. Algumas das principais características que se constatam na vida daqueles que fazem a experiência da efusão do Espírito Santo, dentro das novas comunidades, são o retorno à oração, o amor à Palavra de Deus, novos laços de espiritualidade, fraternidade e apostolado. A realidade das novas comunidades é um convite vigoroso a repensar a dimensão comunitária nas paróquias, como afirma presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, dom Jaime Spengler. O arcebispo metropolitano de Porto Alegre (RS) também coloca que esses novos movimentos são uma oportunidade de rever o modo como usualmente se conduz e se assume o desafio da evangelização, além de abrir mentes e corações para acolher a voz do Espírito que continua suscitando carismas. “Trata-se de uma realidade bastante recente. É um fenômeno certamente belo constatar o desejo de tantos, de se lançarem mais decididamente no seguimento do Senhor, de poderem viver mais intensamente laços comunitários, de se engajarem na obra da evangelização” ressalta. Os bispos reunidos em Aparecida (SP), dedicaram-se a estudar essa nova face da Igreja durante a V Conferência Geral do Episcopado Latino-americano (CELAM). No documento é sublinhada a valiosa contribuição dessa realidade para a Igreja local. A Conferência ressalta que os movimentos e novas comunidades são uma oportunidade para que muitas pessoas afastadas possam ter uma experiência de encontro vital com Jesus Cristo e, assim, recuperar sua identidade batismal e sua ativa participação na vida da Igreja. Dentro dessa realidade, a comunidade Obra de Maria traz um carisma enraizado no amor mariano. Ela tem como missão evangelizar de todas as formas com alegria. Dentre os trabalhos estão a oração do terço nas casas, grupos de oração, congressos nacionais e internacionais, trabalhos com ministério de música, projetos sociais e, principalmente, peregrinações aos santuários do mundo todo. Há 13 anos que o missionário Alexsandro Torres teve uma experiência de infusão no Espírito Santo, durante uma peregrinação com a comunidade. Após um longo aprofundamento no ministério da vida missionária, ele sentiu-se impulsionado a largar tudo e seguir a Cristo ao lado da esposa. “Tenho alegria de Servir a Deus com toda a minha família, eu, minha esposa e meus quatro filhos. Em nenhum momento olhamos para trás. Pelo contrário, temos a certeza que somos de Deus e estamos no lugar certo, que nos impulsiona ir além”, frisa. Os que desejam ingressar na comunidade precisam realizar primeiramente um acompanhamento e participar dos encontros vocacionais durante o ano. Sendo aprovado, o candidato é convidado a fazer uma experiência mais inteiramente como pré-discipulado e discipulado. Depois de três anos de discernimento vocacional, o missionário passa pela primeira consagração e, após cinco anos, o membro realiza os votos perpétuos. Torres, que atualmente vive em Cachoeira Paulista (SP), pontua que os jovens que sentem o chamado a viver em uma nova comunidade devem aprofundar-se e conhecer o carisma que se busca. Além disso, ele diz que é primordial rezar, pois na oração Deus revela o caminho a ser seguido. “Só se entende a vocação quem é chamado”,

Mensagem aos consagrados e consagradas e leigos ao Dia da Vida Consagrada

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MENSAGEM AOS CONSAGRADOS E CONSAGRADAS LEIGOS E LEIGAS AO DIA DA VIDA CONSAGRADA 2015

“Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos”.(Jo 13,35).

Caríssimos irmãos e irmãs,ao celebrarmos no mês de fevereiro o Dia da Vida Consagrada,nosso Senhor nos ensina que todos nós deveremos reconhecer que somos os seus discípulos,o texto bíblico do Evangelista São João,Jesus afirma que todos deverão reconhecer todos são os seus discípulos,a partir daí precisamos nos dar totalmente entregando a nossa vida,a partir desse contexto,em que precisamos tornarmos discípulos e missionários para que a cada um de nós precisamos assumir o nosso compromisso de missão.“O cristão é também chamado a se desenvolver como indivíduo capaz de afeto amor.A subjetividade se desenvolve de maneira sadia quando traz consigo a abertura às relações consigo mesmo,com os demais seres humanos,com Deus e com a natureza a partir da pessoa e da missão de Jesus Cristo em conformidade com o seu ser imagem e semelhança de Deus que é amor e,por tanto,comunhão”.(Cf.CNBB,Estudo 107,Cristãos Leigos e Leigas na Igreja e na Sociedade,n.52).

O objetivo dessa mensagem,podemos observar que o Cristão leigo,sente o chamado de Deus para tornar cada vez mais com o seu contexto de assumir o seu caminho de total processo de formação de discípulos e missionários,assumindo que todos nós tenhamos o contexto de uma fé renovada em nossos corações.O Papa Francisco,no seu discurso com os membros da Fraternity Catholic (Organismo ligado à Santa Sé juntamente com o Pontifício Conselho para os Leigos),o Santo Padre dizia que “Os Movimentos e as Novas Comunidades que representais já estão projetados para a fase da maturidade eclesial, que exige uma atitude vigilante de conversão permanente, a fim de tornar cada vez mais vivo e fecundo o impulso evangelizador. Por conseguinte, desejo oferecer-vos algumas sugestões para o vosso caminho de fé e de vida eclesial.”(Papa Francisco,Discurso aos membros do Congresso Mundial das Novas Comunidades,22 de novembro de 2014).Portanto queridos irmãos e irmãs,como todos nós como membros dos Movimentos Eclesiais e das Novas Comunidades,possamos então nos consagrar de acordo com o que possamos então levar em conta de que “A vida consagrada resplandece,em toda a história da Igreja,pela sua capacidade de assumir explicitamente o dever do anúncio e da pregação da Palavra de Deus na missão ad gentes e nas situações mais difíceis,mostrando-se disponível também para as novas condições de evangelização, empreendendo com coragem e audácia e novos percursos e novos desafios para o anúncio eficaz da Palavra de Deus”.(Cf.Bento XVI,Exortação Apostólica Pós-Sinodal Verbum Domini,n.94).

1.Nova Evangelização nas Novas Comunidades

O Papa Francisco,na sua Exortação Apostólica Evangelii Gaudium,afirma:”Em muitos lugares,há escassez de vocações ao sacerdócio e à vida consagrada.Frequentemente isso fica a dever à falta de ardor apostólico contagioso nas comunidades,pelo que estas não entusiasmam nem fascinam,Onde há vida,fervor,paixão de levar Cristo aos outros,surgem vocações genuínas.” (EG,n.107).O contexto das Novas Comunidades,precisa ser orientadas pelos Bispos que precisam acolher as Novas Comunidades e os Movimentos Eclesiais em suas dioceses,primeiramente levar uma nova expressão na certeza de que os discípulos e missionários tenham um ardor missionário na sua vocação,assim também apresenta esse texto do Documento de Aparecida que afirma: “A Diocese,em todas as suas comunidades e estruturas,é chamada a ser “comunidade missionária”.Cada Diocese necessita fortalecer sua consciência missionária,saindo ao encontro dos que ainda não crêem em Cristo no espaço de seu próprio território e responder adequadamente aos grandes problemas da sociedade na qual está inserida.”(DAp.n.168).

2.Igreja em estado de “saída”

“Cada cristão e cada comunidade há de discernir qual é o caminho que o Senhor lhe pede,mas todos somos convidados a aceitar esta chamada: sair da própria comodidade e ter a coragem de alcançar todas as periferias que precisam da luz do Evangelho.A alegria do Evangelho,que enche a vida da comunidade dos discípulos,é uma alegria missionária.Experimentam-na os setenta e dois discípulos que voltam da missão cheios de alegria (cf.Lc 10,17).” (EG,n.20-21).

Caríssimos irmãos e irmãs,precisamos atender esse apelo do Papa Francisco que escreve na Exortação Apostólica Evangelii Gaudium,precisamos ser uma Igreja em estado de Igreja em saída,precisamos sair das nossas próprias comodidades,sair também da nossa zona de conforto,precisamos estar em missão,somos enviados a irmos para seguir o chamado de Deus para irmos partir para a missão de evangelizar a quem precisa da luz do Evangelho,seguir os caminhos de uma nova evangelização,precisamos evangelizar,precisamos seguir as instruções de Cristo Jesus,seguir para a missão de evangelizar.”Como o Pai me ama,assim também eu vos amo.Perseverai no meu amor”.(Jo 15,9).O nosso chamado para irmos evangelizar,precisamos levar em conta de que precisamos trazer em nossas vidas,o contexto de se tornarmos uma Igreja em estado de saída.

3.Vocação missionária

Para encerarmos essa mensagem,quero dizer-lhes o quanto que somos chamados para edificar o nosso chamado de Deus em nossas vidas,evangelizar também as famílias,evangelizando os jovens,evangelizando também nos grupos de oração,levando em conta de que a missão da Igreja é fundamental para a nossa salvação,a nossa resposta ao chamado de Deus em torno do nosso coração.”O Espírito Santo enriquece toda a Igreja evangelizadora também com diferentes carismas.São dons para renovar e edificar a Igreja.”(Evangelii Gaudium,n.130).O contexto de evangelizar é levar o Evangelho para quem precisa e necessita escutar a Palavra de Deus em nossa vida,portanto precisamos ser discípulos e missionários na vida comunitária e também na vida consagrada.Como dizia o Arcebispo de Belém do Pará:”É possível fazer compromissos definitivos”.Portanto amados irmãos e irmãs,hoje podemos dizer que precisamos levar em nossas vidas,o sentido da vida,o sentido de uma vida totalmente completa em nossas vidas.

Obrigado por vocês partilharem comigo essa mensagem que escrevo para todos vocês em torno do que precisamos levar em conta o caminho de uma vida missionária.Deus os abençoe.Assim seja!

Dada em Campos dos Goytacazes,02 de Fevereiro de 2015,Festa da Apresentação do Senhor.

Joseph Charles D´Almada Batista

Comunidade Católica Fraternidade Pequena Via-Comunidade de Aliança-Campos dos Goytacazes,RJ.